Mais de 50% dos datasets em teses quantitativas apresentam valores ausentes, comprometendo a validade das conclusões e expondo os trabalhos a críticas severas em avaliações CAPES, onde o rigor metodológico é o critério decisivo para aprovação. Essa realidade, frequentemente subestimada por candidatos, transforma análises promissoras em exercícios frágeis, incapazes de resistir ao escrutínio de bancas especializadas. No entanto, uma abordagem sistemática para diagnosticar e tratar esses dados faltantes pode não apenas mitigar riscos, mas elevar o trabalho a padrões publicáveis em periódicos Qualis A1. Ao final deste white paper, uma revelação prática sobre como integrar essa estratégia a uma estrutura de tese acelerada mudará a perspectiva de doutorandos enfrentando prazos apertados.
O fomento científico no Brasil atravessa uma crise de recursos escassos, com editais da CAPES e CNPq cada vez mais competitivos, priorizando projetos que demonstrem reprodutibilidade e robustez estatística. Candidatos a doutorado competem por bolsas em programas avaliados pela Plataforma Sucupira, onde falhas na metodologia, como o tratamento inadequado de dados ausentes, representam uma das principais causas de eliminação. Essa pressão amplifica a necessidade de metodologias que não só cumpram as normas ABNT NBR 14724, mas também antecipem objeções de avaliadores treinados para detectar vieses sutis. Assim, dominar o manejo de missing data emerge como diferencial estratégico em um cenário onde a excelência técnica separa aprovados de reprovados.
A frustração de investir anos em coleta de dados apenas para ver o trabalho questionado por valores ausentes é palpável entre doutorandos quantitativos. Muitos relatam noites em claro ajustando modelos que colapsam devido a heteroscedasticidade não diagnosticada ou perda de potência, sentindo-se impotentes perante exigências que pareciam periféricas durante a graduação. Essa dor é real e validada por relatórios da CAPES, que destacam a recorrência de críticas por análises enviesadas em teses rejeitadas. Reconhecer essa barreira comum não diminui sua gravidade, mas pavimenta o caminho para soluções que restauram confiança e eficiência no processo.
Dados faltantes, ou missing data, referem-se a valores ausentes em variáveis de um dataset, classificados por mecanismos como MCAR (Missing Completely At Random), MAR (Missing At Random) e MNAR (Missing Not At Random). Na prática acadêmica, esses valores representam uma ameaça à validade interna se não forem tratados adequadamente, conforme estabelecido em diretrizes metodológicas consolidadas. O Sistema MD-CHECK surge como uma estratégia integrada para quantificar, diagnosticar e remediar esses problemas, alinhando-se perfeitamente às seções de Metodologia e Resultados em teses quantitativas formatadas pela ABNT NBR 14724. Essa abordagem não apenas corrige falhas, mas fortalece a credibilidade geral do estudo, transformando potenciais fraquezas em demonstrações de rigor. O guia definitivo para alinhar seu TCC à ABNT em 7 passos.
Ao percorrer este white paper, estratégias concretas para implementar o MD-CHECK serão desvendadas, desde a quantificação inicial até análises de sensibilidade final. Essas ferramentas equiparão doutorandos com o conhecimento para blindar teses contra objeções CAPES, elevando as chances de aprovação e publicação. Além disso, insights sobre perfis ideais e erros comuns guiarão a aplicação prática, promovendo uma visão inspiradora de teses irrefutáveis. Prepare-se para uma transformação que converte dados incompletos em narrativas científicas impactantes, pavimentando o caminho para contribuições duradouras no campo.

Por Que Esta Oportunidade é um Divisor de Águas
O manejo inadequado de dados faltantes introduz viés de seleção, reduz a potência estatística e infla erros do tipo I e II, resultando em rejeições frequentes em bancas da CAPES devido à falta de rigor metodológico. Métodos apropriados, por outro lado, elevam a credibilidade da pesquisa e aumentam as chances de publicação em periódicos Qualis A1 ou A2 (Escolha da revista antes de escrever), onde a transparência no tratamento de ausências é um pré-requisito implícito. Na Avaliação Quadrienal da CAPES, teses que demonstram controle sobre missing data recebem notas superiores em critérios como originalidade e consistência, influenciando diretamente a alocação de bolsas e o impacto no currículo Lattes. Essa distinção separa candidatos que veem o problema como obstáculo periférico daqueles que o tratam como alavanca para excelência acadêmica.
Enquanto o candidato despreparado ignora padrões de missing data, levando a análises instáveis e críticas por reprodutibilidade questionável, o estratégico aplica diagnósticos sistemáticos que reforçam a validade interna. Programas de internacionalização, como bolsas sanduíche, priorizam projetos com metodologias robustas capazes de resistir a padrões globais de peer review. Assim, dominar o MD-CHECK não apenas atende exigências nacionais, mas posiciona o doutorando em um ecossistema global de pesquisa competitiva. A oportunidade reside em converter uma vulnerabilidade comum em vantagem competitiva sustentável.
Dados da Plataforma Sucupira revelam que até 40% das teses quantitativas enfrentam penalizações por vieses não mitigados em missing data, comprometendo avaliações de programas inteiros. Essa lacuna persiste apesar de diretrizes claras, destacando a necessidade de ferramentas acessíveis como o MD-CHECK para democratizar o rigor estatístico. Ao integrar tratamento de ausências a fluxos de trabalho diários, pesquisadores elevam não só suas teses, mas contribuem para um padrão mais alto na produção científica brasileira. A visão inspiradora é de teses que não sobrevivem à avaliação, mas a transcendem, inspirando futuras gerações.
Essa abordagem sistemática para diagnóstico e tratamento de missing data — transformando dados incompletos em análises robustas — é a base do Método V.O.E. (Velocidade, Orientação e Execução), que já ajudou centenas de doutorandos a finalizarem teses quantitativas paradas há meses.
Com essa compreensão aprofundada, o foco agora se volta ao escopo específico do problema e como ele se manifesta em estruturas acadêmicas padronizadas.

O Que Envolve Esta Chamada
Dados faltantes são valores ausentes em variáveis de um dataset, classificados por mecanismos que determinam sua randomicidade: MCAR ocorre quando a ausência é completamente aleatória, independente de valores observados ou não; MAR depende de dados observados, como respostas em surveys influenciadas por idade; e MNAR está ligado a valores não observados, como pacientes que abandonam estudos por gravidade da condição. Na prática acadêmica, esses mecanismos representam uma ameaça à validade interna se não forem diagnosticados e tratados, pois distorcem inferências causais e reduzem a generalizabilidade dos achados. O Sistema MD-CHECK abrange desde a identificação desses padrões até a implementação de remediações, garantindo conformidade com normas internacionais de pesquisa quantitativa.
Escrita da seção de métodos, o tratamento de missing data deve ser descrito principalmente na seção de Metodologia (para mais detalhes sobre como estruturar essa seção de forma clara e reprodutível, confira nosso guia Escrita da seção


