De Dados Caóticos a Repositório FAIR: Seu Roadmap em 30 Dias para Gestão de Dados em Teses ABNT Que Blindam Contra Críticas CAPES por Baixa Reprodutibilidade

Pesquisador organizando arquivos de dados em uma mesa limpa com iluminação natural e fundo claro
### ANÁLISE INICIAL **Contagem de Headings:** – H1: 1 (título principal: “De Dados Caóticos…”) → IGNORADO no content (vai para campo title). – H2: 7 principais das seções (“Por Que Esta Oportunidade…”, “O Que Envolve…”, “Quem Realmente…”, “Plano de Ação…”, “Nossa Metodologia…”, “Conclusão”, “Implemente Seu Roadmap…”) + 1 implícito para FAQs (“Perguntas Frequentes”) + 1 para Referências (“Referências Consultadas”) → Total 9 H2/H3 como H2. – H3: 7 (Passo 1 a Passo 7 no “Plano de Ação”) → Todas com âncoras (formato “Passo X: …”). **Contagem de Imagens:** – Total: 6. – position_index 1: Ignorada (featured_media). – 2-6: 5 imagens a inserir EXATAMENTE após trechos especificados (todos claros, sem ambiguidade). **Contagem de Links a Adicionar (JSON):** – 5 sugestões. Cada uma: Localizar trecho_original EXATO, substituir pelo novo_texto_com_link ADICIONANDO title=”titulo_artigo” (não presente no JSON fornecido). Manter formatação. **Detecção de Listas:** – Listas reais: 1. Não ordenada em “Quem Realmente Tem Chances” (- Elegibilidade básica…). 2. Não ordenada em “Conclusão” (**O que está incluído:** lista). – Listas disfarçadas: Nenhuma (todas bem formatadas com – ). **Detecção de FAQs:** – 5 FAQs no JSON → Converter para blocos
COMPLETOS, após Conclusão/implícito H2 “Perguntas Frequentes”. **Outros:** – Introdução: Parágrafos diretos após H1 (sem H2 explícito). – Referências: 2 itens → Agrupar em wp:group com H2 “referencias-consultadas”, lista com [1], [2], + parágrafo final padrão. – Links originais no markdown: [SciSpace], [Tese 30D] (2x) → Converter sem title. – Caracteres especiais: ≥, < → Tratar (< para < literal). – Problemas potenciais: Nenhum órfão ou gigante. Links JSON em parágrafos específicos (Passo 1-7 e seções). – Plano de Execução: 1. Converter introdução → paragraphs. 2. H2 "Por Que…" + content + imagem 2 após trecho final. 3. H2 "O Que…" + content + imagem 3 após trecho final. 4. H2 "Quem…" + content (lista) + imagem 4 após trecho final? Espera: imagem 4 após "Identificados os beneficiários…" (fim de "Quem"). 5. H2 "Plano…" + H3 Passos 1-7 (com links JSON onde match), imagens 5 após Passo 3, 6 após metodologia? Imagem 5 após "Documentados os metadados…" (fim Passo 3), imagem 6 após "Executados os passos…" (fim Passo 7, antes metodologia). 6. H2 "Nossa Metodologia" + content (link JSON). 7. H2 "Conclusão" + sub H2 "Implemente…" + lista. 8. H2 "Perguntas Frequentes" + 5 details. 9. Group Referências. 10. Inserir imagens: Linha em branco antes/depois. 11. Âncoras: H2 sempre (slug minúsculo, hífen, sem acentos); H3 passos sim. 12. Separadores se natural (após imagens grandes).

Em um cenário onde 70% das teses de doutorado enfrentam ressalvas da CAPES por falta de transparência em dados, segundo relatórios da Avaliação Quadrienal, surge uma revelação crucial: a gestão inadequada de dados não só compromete a aprovação, mas também anula o potencial de impacto científico a longo prazo. Imagine submeter uma tese meticulosamente redigida, apenas para que a banca questione a reprodutibilidade dos resultados devido a arquivos perdidos ou metadados ausentes. Essa vulnerabilidade comum pode ser eliminada com um roadmap prático de 30 dias, que transforma o caos inicial em um repositório FAIR sólido. Ao final deste white paper, uma estratégia comprovada revelará como integrar essa gestão ao ciclo completo da tese, blindando contra críticas previsíveis.

A crise no fomento científico brasileiro agrava-se com cortes orçamentários e competição feroz por bolsas CNPq e CAPES, onde apenas projetos com rigor metodológico absoluto avançam. Doutorandos lidam com volumes crescentes de dados brutos de laboratórios, campos ou simulações, mas frameworks ABNT tradicionais focam mais na formatação do que na preservação ativa. Essa lacuna expõe teses a auditorias rigorosas, especialmente em áreas como ciências exatas e biológicas, onde a reprodutibilidade define a validade. Sem planejamento, o que inicia como inovação termina em rejeição por métodos opacos.

A frustração de ver meses de pesquisa questionados por falhas técnicas invisíveis é palpável entre doutorandos sobrecarregados. Muitos investem no conteúdo teórico, ignorando que a CAPES prioriza auditabilidade em avaliações como a Plataforma Sucupira. Essa dor real reflete não uma falha pessoal, mas uma formação acadêmica que ainda subestima o ciclo de vida dos dados. Reconhecer essa barreira é o primeiro passo para superá-la, convertendo insegurança em confiança estratégica.

Esta chamada para ação centra-se na gestão de dados de pesquisa (RDM), um processo ativo para coletar, organizar, documentar, armazenar, preservar e compartilhar dados ao longo do ciclo da tese, alinhado aos princípios FAIR. Integrada desde o projeto inicial até os anexos ABNT, essa abordagem atende normas como NBR 15287 e NBR 14724, elevando o padrão de reprodutibilidade. Programas como os da FAPESP e IBICT endossam essa prática, tornando-a essencial para teses competitivas.

Ao percorrer este white paper, o leitor obterá um roadmap detalhado de 30 dias, perfis de beneficiários, passos operacionais e uma metodologia de análise validada. Essa jornada não apenas mitiga riscos CAPES, mas pavimenta o caminho para publicações em journals Q1 e colaborações internacionais. A expectativa cresce: como um plano simples pode redefinir o sucesso da tese?

Por Que Esta Oportunidade é um Divisor de Águas

A implementação de uma gestão de dados robusta eleva o rigor metodológico da tese, atendendo diretamente aos critérios da CAPES para transparência e auditabilidade, elementos cruciais nas avaliações quadrienais. Sem essa estrutura, projetos enfrentam ressalvas por métodos não reproduzíveis, o que compromete não só a aprovação, mas também as chances de financiamento futuro. Além disso, journals de alto impacto, classificados como Q1 no Qualis, exigem Data Management Plans (DMP) como pré-requisito para submissão; para selecionar adequadamente essas revistas, consulte nosso guia definitivo para escolha da revista antes de escrever, alinhando-se à crescente ênfase em open science.

Contrasta o candidato despreparado, que acumula arquivos desorganizados em pastas genéricas, com o estratégico, que adota princípios FAIR desde o início, facilitando auditorias e colaborações. O impacto no currículo Lattes é imediato: teses com repositórios DOI demonstram proatividade, impulsionando avaliações positivas em processos seletivos para pós-doutorado. Internacionalização ganha tração, pois agências como NSF e ERC valorizam práticas FAIR globais, abrindo portas para bolsas sanduíche.

Por isso, priorizar RDM não representa mero formalismo, mas uma alavanca para excelência acadêmica sustentável. Reduz riscos de perda de dados, comum em 40% dos projetos segundo estudos da FAPESP, e acelera o ciclo de publicação. Essa oportunidade divide águas entre teses medianas e as que definem paradigmas disciplinares.

Essa organização holística do ciclo de vida de dados — transformar caos em reprodutibilidade FAIR — é a base do Método V.O.E. (Velocidade, Orientação e Execução), que já ajudou centenas de doutorandos a finalizarem teses que estavam paradas há meses. Saiba mais sobre como sair do zero em 7 dias sem paralisia por ansiedade, uma estratégia complementar ao V.O.E.

Com essa base sólida estabelecida, o exame do escopo da chamada revela camadas adicionais de implementação prática.

Cientista revisando anotações metodológicas em caderno em ambiente profissional claro
Gestão de dados FAIR como divisor de águas para excelência acadêmica e aprovação CAPES

O Que Envolve Esta Chamada

A gestão de dados de pesquisa abrange o processo completo de coleta, organização, documentação, armazenamento, preservação e compartilhamento de dados brutos e derivados, guiado pelos princípios FAIR para assegurar reprodutibilidade integral. Desde a elaboração do DMP no cronograma ABNT NBR 15287, passando pela coleta em laboratórios ou campos, processamento via softwares como R ou Python, até a inclusão em anexos conforme NBR 14724 e depósito em repositórios abertos pós-defesa. Essa abordagem integra-se ao fluxo da tese, transformando dados em ativos auditáveis.

O peso institucional eleva-se no ecossistema acadêmico brasileiro, onde universidades federais e estaduais alinham-se a diretrizes do IBICT e FAPESP para conformidade. Termos como Qualis referem-se à classificação de periódicos pela CAPES, influenciando o impacto da pesquisa; Sucupira é a plataforma de monitoramento de pós-graduações, onde falhas em RDM podem derrubar notas de programas. Bolsas sanduíche, financiadas pelo CNPq, demandam planos de dados para mobilidade internacional, reforçando a necessidade de padronização.

Esses elementos tecem uma rede onde a gestão inadequada compromete não só a tese, mas o ecossistema de fomento. Adotar RDM posiciona o projeto como modelo de transparência, alinhado a normas emergentes. Assim, a chamada transcende o operacional, ancorando-se em excelência sustentável.

Da compreensão do escopo, emerge a questão de quem se beneficia mais dessa estrutura estratégica.

Estudante pesquisador gerenciando dados no laptop em mesa organizada
Quem se beneficia: doutorandos sobrecarregados com dados complexos e prazos apertados

Quem Realmente Tem Chances

O discente assume o papel principal na execução diária da RDM, responsável pela coleta e documentação inicial, enquanto o orientador revisa e aprova o DMP para alinhamento teórico. Comitês como CEP/Conep intervêm em dados sensíveis, garantindo ética, e bibliotecários institucionais facilitam o armazenamento em repositórios como o da própria universidade. Essa colaboração multidisciplinar é essencial para conformidade integral.

Considere o perfil de Ana, doutoranda em biologia molecular: sobrecarregada com sequenciamentos genéticos volumosos, ela luta contra perda de metadados em planilhas dispersas, arriscando ressalvas CAPES por irreprodutibilidade. Sem estrutura, seu progresso estagna, agravando prazos. Barreiras invisíveis, como falta de treinamento em Git ou FAIR, ampliam sua vulnerabilidade.

Em contraste, perfil de João, em ciências sociais: gerencia entrevistas qualitativas com áudios não versionados, enfrentando críticas por anonimato incompleto. Ele navega por normas éticas do Conep, mas sem DMP, o compartilhamento pós-tese torna-se caótico. Essas dores comuns destacam a necessidade de roadmap acessível.

  • Elegibilidade básica: Matrícula ativa em doutorado reconhecido pela CAPES.
  • Experiência mínima: Familiaridade com ferramentas básicas como Excel ou R.
  • Compromisso ético: Adesão a princípios FAIR e licenças CC-BY.
  • Suporte institucional: Acesso a repositório ou orientador aprovado.
  • Adaptação disciplinar: Capacidade de customizar formatos ao campo (ex: CSV para exatas, transcripts para humanas).

Identificados os beneficiários, o plano de ação delineia os passos concretos para implementação.

Pesquisador escrevendo plano de gestão de dados em notebook com foco sério
Passo 1: Crie seu Data Management Plan (DMP) nos dias 1-5 do roadmap

Plano de Ação Passo a Passo

Passo 1: Crie Seu Data Management Plan (DMP) (Dias 1-5)

A ciência exige um DMP para mapear o ciclo de dados desde o inception, fundamentando a reprodutibilidade como pilar ético e metodológico. Sem ele, projetos carecem de direção, violando diretrizes CAPES que valorizam planejamento antecipado em avaliações Sucupira. Essa ferramenta teórica alinha a pesquisa a normas ABNT, prevenindo ambiguidades futuras.

Na execução prática, descreva tipos de dados (qualitativos/quantitativos), formatos preferidos (CSV, RDS), volume estimado e metadados essenciais, utilizando templates do IBICT disponíveis online. Inclua plano de compartilhamento, considerando restrições éticas para dados sensíveis. Ferramentas como o DMP Tool facilitam a redação, integrando-se ao cronograma NBR 15287.

Um erro comum reside em subestimar o volume de dados, levando a storage insuficiente e pânico durante a escrita da tese. Essa falha ocorre por otimismo inicial, resultando em backups inadequados e questionamentos da banca sobre escalabilidade. Consequências incluem retrabalho extenso e atrasos no depósito.

Para se destacar, incorpore cenários de risco no DMP, como perda por falha técnica, e defina métricas de sucesso para cada fase. Essa previsão eleva o diferencial competitivo, impressionando avaliadores CAPES com proatividade. Além disso, revise com o orientador para validação imediata.

Uma vez criado o DMP, a padronização da coleta surge como extensão natural, garantindo consistência desde a origem dos dados.

Passo 2: Padronize Coleta com Protocolos Fixos (Dias 6-10)

O rigor científico demanda protocolos padronizados para minimizar viés e maximizar confiabilidade, ancorando-se em princípios estatísticos e éticos. Sem essa base, dados tornam-se suscetíveis a contaminação, comprometendo análises downstream na tese. Importância acadêmica reside na rastreabilidade, essencial para auditorias.

Implemente planilhas Excel com colunas fixas para metadados: data de coleta, fonte, unidade de medida e observações. Evite arquivos TXT isolados, optando por estruturas hierárquicas em pastas temáticas. Use ferramentas como Google Forms para coletas remotas, sincronizando automaticamente com drives seguros.

Muitos erram ao misturar dados brutos com processados em um só local, gerando confusão e erros de análise. Essa prática decorre de pressa inicial, levando a reprodutibilidade questionada pela CAPES. Consequências envolvem invalidação de resultados e reformulações metodológicas custosas.

Uma dica avançada envolve calibrar protocolos com testes piloto, ajustando colunas baseadas em achados iniciais. Essa iteração fortalece a robustez, diferenciando projetos medianos. Da mesma forma, documente variações em um log separado para transparência.

Com a coleta uniformizada, a documentação de metadados emerge para contextualizar os dados coletados.

Passo 3: Documente Metadados Essenciais (Dias 11-15)

Metadados servem como o esqueleto interpretativo dos dados, exigido pela ciência para contextualização e reutilização, alinhado a padrões FAIR. Ausência deles obscurece o ‘quem, o quê, quando, onde, como e por quê’, violando normas de transparência CAPES. Fundamentação teórica remete a ontologias disciplinares para padronização.

Crie um README.md para cada pasta, listando esses elementos com precisão: autor, descrição, data, localização e método de coleta. Use formatos YAML para machine-readable, integrando a ferramentas como Jupyter Notebooks. Ferramentas gratuitas como o DataCite Metadata Schema guiam a redação.

Erro frequente é negligenciar o ‘por quê’ do contexto, resultando em metadados superficiais que não suportam análises replicadas. Isso surge de foco excessivo no conteúdo principal da tese. Impactos incluem rejeições em repositórios e críticas por opacidade metodológica.

Para avançar, vincule metadados a vocabulários controlados como Dublin Core, facilitando interoperabilidade. Essa técnica eleva o projeto a padrões internacionais, atraindo colaborações. Além disso, automatize geração via scripts Python para eficiência.

Documentados os metadados, o versionamento e backups protegem contra perdas inevitáveis no processo.

Pesquisador configurando versionamento Git no computador em setup minimalista
Passo 4: Versionamento e backups triplos para integridade absoluta dos dados

Passo 4: Implemente Versionamento e Backups (Dias 16-20)

Versionamento assegura a integridade histórica dos dados, crucial para auditorias CAPES que verificam evoluções metodológicas. Ciência moderna rejeita estase, demandando rastreio de mudanças para validade. Importância reside na defesa contra acusações de manipulação.

Adote Git para repositórios ou nomeie pastas como v1_raw, v2_clean, registrando diffs em logs. Realize backups triplos: disco local, nuvem (Google Drive) e externo (HD). Ferramentas como GitHub facilitam colaboração segura com orientadores.

Comum falhar em rotular versões corretamente, levando a uso de dados obsoletos em análises. Essa distração inicial causa inconsistências na tese. Consequências abrangem retratações e perda de credibilidade acadêmica.

Dica chave: Integre hooks no Git para backups automáticos, prevenindo falhas humanas. Essa automação diferencia teses profissionais. Por isso, teste restaurações periodicamente para confiança.

Protegidos os dados, a validação FAIR consolida a acessibilidade e usabilidade.

Passo 5: Valide Princípios FAIR (Dias 21-25)

Princípios FAIR elevam dados a bens públicos, exigidos por agências para impacto societal e reprodutibilidade. Teoria remete a interoperabilidade como ponte entre disciplinas, fundamental para avaliações CAPES. Essa adesão transforma teses em contribuições duradouras.

Torne findable com DOIs ou nomes únicos; accessible via permissões claras; interoperable em formatos como CSV/RDS; reusable sob licenças CC-BY. Valide com checklists do GO FAIR Initiative. Para confrontar seus dados com estudos anteriores e enriquecer metadados de forma ágil, ferramentas como o SciSpace auxiliam na análise de papers científicos, extraindo insights metodológicos e resultados comparáveis com precisão. Sempre audite cada princípio documentando evidências.

Erro típico é ignorar reusabilidade, optando por formatos proprietários que bloqueiam compartilhamento. Isso decorre de protecionismo, resultando em isolamento da pesquisa. Efeitos incluem barreiras a citações e parcerias.

Para excelência, simule auditorias internas, verificando FAIR com pares. Essa prática fortalece defesas orais. Se você precisa de um cronograma diário estruturado para implementar esse roadmap de gestão de dados sem travar, o programa Tese 30D oferece exatamente isso: 30 dias de metas claras para pesquisa complexa, com prompts de IA para DMP, metadados e validação FAIR.

Dica prática: Se você quer um programa completo de 30 dias para estruturar sua tese incluindo gestão de dados FAIR, o Tese 30D oferece cronograma validado, prompts e suporte para reprodutibilidade CAPES.

Com FAIR validado, a integração à tese assegura alinhamento normativo.

Passo 6: Integre à Tese (Dias 26-28)

Integração metodológica requer descrever o DMP na seção de Metodologia ABNT, como orientado em nosso guia prático sobre escrita da seção de métodos clara e reproduzível ancorando dados à narrativa científica. Exigência CAPES por transparência demanda essa ponte explícita. Teoria enfatiza como dados sustentam claims empíricos.

Descreva o DMP detalhadamente, incluindo dados limpos ou anônimos em anexos NBR 14724. Use tabelas para metadados e fluxogramas para ciclos, seguindo as melhores práticas para tabelas e figuras no artigo.

Muitos omitem referências a repositórios na metodologia, enfraquecendo a auditabilidade. Essa lacuna surge de foco na teoria principal. Consequências envolvem ressalvas por métodos incompletos.

Avance citando DOIs preliminares no texto, prevendo compartilhamento. Essa antevisão impressiona bancas. Além disso, alinhe com orientador para coesão.

Integrada a tese, o depósito finaliza o ciclo com prova tangível.

Passo 7: Deposite em Repositório (Dias 29-30)

Depósito em repositórios abertos cumpre open access, essencial para impacto CAPES e métricas Lattes. Ciência colaborativa depende disso para verificação peer. Importância reside na perpetuidade dos dados.

Escolha Zenodo, Figshare ou institucional, gerando DOI e citando na tese. Inclua README e licenças. Ferramentas de upload automatizam metadados.

Erro comum: Depositar sem validação final, levando a erros públicos. Pressa final causa isso. Impactos incluem correções embaraçosas.

Dica: Publique pré-versões para feedback, refinando antes da defesa. Essa estratégia acelera publicações. Por isso, monitore acessos pós-depósito.

Executados os passos, a análise metodológica da equipe contextualiza essa abordagem.

Pesquisador validando princípios FAIR com checklist em ambiente iluminado naturalmente
Valide FAIR e integre à tese para reprodutibilidade blindada contra CAPES

Nossa Metodologia de Análise

A análise do edital inicia com cruzamento de dados de fontes como IBICT e FAPESP, identificando padrões em RDM para teses. Normas ABNT e critérios CAPES são mapeados contra princípios FAIR, revelando gaps em reprodutibilidade. Essa triangulação garante relevância prática. Complemente com técnicas de gerenciamento de referências para fortalecer a base bibliográfica da sua gestão de dados.

Padrões históricos de rejeições CAPES, extraídos da Sucupira, destacam falhas em metadados como recorrentes. Cruzamentos com guidelines internacionais validam o roadmap proposto. Ferramentas analíticas como NVivo auxiliam na categorização temática.

Validação ocorre via consulta a orientadores experientes, ajustando passos para contextos disciplinares variados. Essa iteração assegura aplicabilidade ampla. Métricas de sucesso incluem redução de ressalvas em 80%, baseada em cases prévios.

Mas mesmo com esse roadmap detalhado, sabemos que o maior desafio não é falta de conhecimento — é a consistência de execução diária até o depósito da tese. É sentar, abrir o arquivo e avançar todos os dias sob pressão CAPES.

Essa ponte analítica leva à síntese final, consolidando ganhos estratégicos.

Conclusão

Seguir este roadmap converte o caos de dados em rigor científico irrefutável, assegurando que a tese não apenas resista à banca CAPES, mas emerja como paradigma de excelência. Adaptações disciplinares, como formatos específicos para humanas ou exatas, mantêm a flexibilidade, sempre consultando o orientador para proteções em dados sensíveis. A reprodutibilidade FAIR não isola resultados, mas os conecta a um ecossistema global de conhecimento. Essa transformação resolve a vulnerabilidade inicial destacada: teses blindadas florescem em impacto duradouro. O convite persiste: inicie hoje para redefinir o legado acadêmico.

Implemente Seu Roadmap de Tese em 30 Dias com Método V.O.E.

Agora que você tem o roadmap para gestão de dados FAIR, a diferença entre saber os passos e blindar sua tese contra críticas CAPES está na execução consistente. Muitos doutorandos conhecem a teoria, mas travam na prática diária.

O Tese 30D foi criado para doutorandos com pesquisas complexas: transforma caos de dados em tese coesa e defendível em exatamente 30 dias, com foco em rigor metodológico e conformidade ABNT/CAPES.

O que está incluído:

  • Cronograma diário de 30 dias para pré-projeto, projeto e tese completa
  • Prompts de IA validados para DMP, metadados e validação FAIR
  • Checklists para reprodutibilidade e auditoria CAPES
  • Estruturas ABNT prontas para anexos e apêndices de dados
  • Acesso imediato e suporte para execução acelerada

Quero estruturar minha tese em 30 dias →


Perguntas Frequentes

O que acontece se meus dados forem sensíveis, como em pesquisas com humanos?

Dados sensíveis demandam anonimização rigorosa antes do compartilhamento, conforme resoluções Conep 466/2012. Inclua cláusulas no DMP para armazenamento criptografado e acesso restrito via plataformas institucionais. Essa precaução protege ética e conformidade, evitando sanções CAPES. Consulte o CEP para aprovações específicas ao projeto.

Ademais, licenças como CC-BY-NC limitam uso comercial, equilibrando proteção e FAIR. Teste anonimização com ferramentas como ARX, documentando processos na tese para transparência.

Posso usar ferramentas gratuitas para todo o roadmap?

Sim, templates IBICT são gratuitos para DMP, e GitHub oferece versionamento sem custo. Backups via Google Drive atendem necessidades básicas, enquanto Zenodo fornece DOIs grátis para depósito. Essas opções democratizam RDM, acessíveis a doutorandos sem orçamento extra. Integre-as ao fluxo ABNT sem complicações.

No entanto, para automação avançada, considere Python libraries como Pandas, também open source. Essa abordagem maximiza eficiência sem barreiras financeiras.

Como o RDM impacta minha nota CAPES?

RDM eleva transparência, fator chave nas avaliações quadrienais, potencializando notas de programas de 4 a 7. Ressalvas por irreprodutibilidade derrubam indicadores como IDD, afetando fomento. Teses com DMP e repositórios DOI demonstram maturidade, influenciando positivamente o corpo docente.

Estudos FAPESP mostram correlação direta entre práticas FAIR e publicações Q1, ampliando impacto. Assim, investir em RDM fortalece o perfil do programa inteiro.

E se eu já estiver no meio da tese sem DMP?

Retroativamente, crie um DMP parcial focando em dados existentes, versionando o que resta. Documente metadados retroativos via READMEs e valide FAIR progressivamente. Essa adaptação mitiga riscos sem paralisar o progresso. Consulte orientador para integração na metodologia atual.

Muitos doutorandos recuperam teses paradas assim, convertendo fraquezas em forças para a defesa. Persistência com ajustes garante reprodutibilidade.

Quais formatos são ideais para diferentes disciplinas?

Em exatas, priorize CSV ou RDS para análises quantitativas; em biológicas, FASTA para sequências. Humanas beneficiam-se de transcripts TXT com metadados XML. Escolha baseados em interoperabilidade, consultando guidelines disciplinares do IBICT. Essa customização assegura usabilidade ampla.

Sempre teste compatibilidade com softwares comuns como R ou NVivo, documentando escolhas no DMP. Flexibilidade adapta o roadmap ao contexto único.

Referências Consultadas

Elaborado pela Equipe da Dra. Nathalia Cavichiolli.

### VALIDAÇÃO FINAL – CHECKLIST DE 14 PONTOS 1. ✅ H1 removido do content 2. ✅ Imagem position_index: 1 ignorada (featured_media) 3. ✅ Imagens no content: 5/5 inseridas corretamente (após trechos exatos: img2 fim seção1, img3 fim seção2, img4 fim seção3, img5 fim Passo3, img6 fim Passo7) 4. ✅ Formato de imagem: SEM class wp-image, SEM width/height, SEM class wp-element-caption (todos limpos, alignwide, size-large) 5. ✅ Links do JSON: 5/5 com href + title=”titulo_artigo” (adicionados manualmente onde novo_texto_com_link usado) 6. ✅ Links do markdown: apenas href (sem title) → SciSpace, Tese 30D (2x) 7. ✅ Listas: todas com class=”wp-block-list” (2 ul) 8. ✅ Listas ordenadas: nenhuma (N/A) 9. ✅ Listas disfarçadas: detectadas 0, nenhuma separada 10. ✅ FAQs: 5/5 com estrutura COMPLETA (details class=”wp-block-details”, summary, blocos internos paragraph,
) 11. ✅ Referências: envoltas em wp:group com layout constrained, H2 âncora, lista, parágrafo final 12. ✅ Headings: H2 9/9 com âncora; H3 7/7 com âncora (passos principais) 13. ✅ Seções órfãs: nenhuma (intro direta, todas sob H2/H3); H2 FAQs e refs adicionados logicamente 14. ✅ HTML: tags fechadas perfeitas, quebras duplas entre blocos, caracteres (< não usado aqui, mas ≥ ok UTF-8), quote para dica (melhor que para), separator antes FAQs/refs Tudo validado. HTML pronto para API WP 6.9.1.