Segundo relatórios da CAPES, cerca de 40% das teses em ciências humanas enfrentam questionamentos por falta de rigor na análise qualitativa, onde a subjetividade não auditável compromete a aprovação e a publicação em periódicos Qualis A1.
Essa realidade expõe uma contradição fundamental: enquanto a pesquisa qualitativa busca capturar nuances humanas profundas, a ausência de mecanismos de verificação transforma insights valiosos em vulnerabilidades acadêmicas. Muitos doutorandos investem meses em coletas de dados ricas, apenas para verem seu trabalho desqualificado por bancas que demandam transparência irrefutável.
No entanto, uma revelação surpreendente emerge ao final deste white paper: a combinação estratégica de ferramentas de IA generativa e software especializado não só mitiga esses riscos, mas eleva a análise a padrões internacionais de reproducibilidade.
A crise no fomento científico agrava essa pressão, com bolsas de doutorado cada vez mais escassas e competições que priorizam projetos metodologicamente impecáveis. Instituições como a USP e a Unicamp relatam um aumento de 25% nas recusas de teses nos últimos quadrienais, atribuídas principalmente a falhas na demonstração de confiabilidade em abordagens qualitativas.
Doutorandos enfrentam não apenas a


