Checklist…
+- .
– Outras listas: Referências como
- Tese aprovada nos últimos 12 meses com dados reprodutíveis.
- Pelo menos três módulos autônomos identificáveis.
- Acesso a bases como JCR e Turnitin.
- Orientador disposto a co-autoria.
- Compromisso com 60 dias de execução diária.
- [1] Publishing Your Thesis as Articles: Best Practices
- [2] Perguntas Frequentes sobre Avaliação Quadrienal CAPES
- .
– Imagens: 6 totais. Ignorar position_index 1 (featured_media). Inserir 5 (2-6):
– Img2 após H2 “Por Que Esta Oportunidade é um Divisor de Águas”.
– Img3 após H2 “O Que Envolve Esta Chamada”.
– Img4 após H2 “Quem Realmente Tem Chances”.
– Img5 após H2 “Plano de Ação Passo a Passo”.
– Img6 após H2 “Conclusão”.
– Todas align=”wide”, sizeSlug=”large”, linkDestination=”none”, sem width/height/class wp-image.
– Links a adicionar: 5 via JSON (todos em “Plano de Ação”, Passos 2-3). Substituir trecho_original exato pelo novo_texto_com_link (já com ). Links markdown originais (ex: [Artigo 7D], [SciSpace]): converter para SEM title.
– FAQs: 5 → Cada uma em estrutura COMPLETA wp:details com
se necessário. – Referências: 2 itens → Envolver em wp:group com H2 “Referências Consultadas” (âncora),
- com [1] etc., +
“Elaborado pela Equipe da Dra. Nathalia Cavichiolli.”. – Outros: Blockquote em Passo 2 (“> 💡 **Dica prática:**”) → Converter para
com e link markdown → sem title.
– Sem seções órfãs ou parágrafos gigantes evidentes.
– Caracteres especiais: >70% (ok UTF), 30% → >30%, etc.
**Detecção de problemas:**
– Listas disfarçadas: 1 (checklist) → Resolver separando.
– Links JSON: Exatos, substituir em parágrafos específicos de Passo 2/3.
– Âncoras H3: Sim, pois “Passo 1:”, etc. (principais).
– Sem FAQs disfarçadas ou outros.
**Plano de execução:**
1. Converter introdução: 4 (quebras naturais).
2. Para cada H2 secao: + content (parse markdown: **strong**, *em* raro, listas, H3 com anchor, replaces links).
3. Inserir imagens IMEDIATAMENTE após cada H2 alvo (dupla quebra antes/depois).
4. Em “Quem”: Fix lista após replace.
5. “Plano”: Converter H3 Passos, replace 5 links JSON nos parágrafos exatos, converter markdown links.
6. Após Conclusão + img6: FAQs (5 details).
7. Final: Referências em group.
8. Duplas quebras entre blocos. UTF-8 onde possível, escape & literals.
9. Sem separadores extras.
Pronto para conversão sem ambiguidades.
Imagine concluir uma tese de doutorado aprovada com louvor, apenas para descobrir que seu impacto científico real começa agora, na conversão para publicações internacionais. Muitos doutorandos param na defesa, deixando capítulos valiosos esquecidos em repositórios institucionais, enquanto o ecossistema acadêmico valoriza cada artigo Q1 como um divisor de águas. Revelação surpreendente: uma estratégia de 60 dias pode transformar essa tese ABNT NBR 14724 em três submissões simultâneas a revistas de alto impacto, sem risco de auto-plágio ou rejeições iniciais — e isso será desvendado ao final deste guia. A crise no fomento científico brasileiro agrava-se com cortes orçamentários e avaliações CAPES mais rigorosas, onde a produção bibliográfica em periódicos Qualis A1 ou Q1 representa 100% do indicador de desempenho. Programas de pós-graduação lutam por notas 5-7 na Plataforma Sucupira, dependentes de publicações internacionais para atrair bolsas CNPq e editais internacionais. Doutorandos enfrentam uma competição feroz, com apenas 20% das teses resultando em artigos publicados, segundo dados da CAPES. Essa pressão transforma a pós-defesa em um momento crítico, onde a inação custa anos de currículo vazio. A frustração é palpável: após anos de pesquisa exaustiva, o doutorando vê sua tese aprovada, mas sem visibilidade global ou pontuação no h-index. Rejeições por desk rejects ou acusações de duplicação esvaziam sonhos de bolsas PNPD ou progressão acadêmica. Muitos candidatos sentem o peso da burocracia ABNT contrastando com padrões internacionais como IMRaD, gerando paralisia na reescrita. Essa dor é real e compartilhada por milhares, mas acessível a soluções práticas que validam o esforço investido. Converter uma tese aprovada em artigos Q1 envolve extrair módulos independentes dos capítulos, reestruturá-los no formato IMRaD exigido por revistas Scopus/WoS, reescrever mais de 70% do texto para garantir originalidade e divulgar a origem da tese de forma ética. Esse processo ocorre pós-defesa, durante submissões paralelas ao depósito no BDTD e atualização do Currículo Lattes. Instituições como a CAPES premiam essa transição, elevando perfis acadêmicos em avaliações quadrienais. A oportunidade reside em um roadmap estruturado que alinha o rigor nacional ao impacto global. Ao seguir este white paper, o leitor obtém um plano acionável de 60 dias, dividido em sete passos para mapear, reescrever e submeter artigos sem armadilhas comuns. Cada seção expande o porquê dessa estratégia, quem se beneficia e como executá-la com precisão. A expectativa é clara: dominar essa conversão não apenas multiplica publicações, mas impulsiona carreiras em um cenário competitivo. Prepare-se para uma jornada que revela o potencial latente de sua tese. Publicações Q1 contam 100% no indicador de produção bibliográfica da avaliação quadrienal CAPES, impulsionando notas de programas para 6-7 e chances de editais CNPq em 3x, conforme critérios da Plataforma Sucupira. Essa métrica não reflete apenas quantidade, mas qualidade internacional, com fatores de impacto acima de 3 elevando o h-index e qualificando para bolsas sanduíche ou PNPD. Doutorandos que publicam pós-tese veem seu Lattes transformado, atraindo colaborações globais e posições em universidades de ponta. O contraste é gritante: enquanto o candidato despreparado limita-se a citações nacionais, o estratégico acessa redes Scopus/WoS, multiplicando visibilidade por dez. A Avaliação Quadrienal da CAPES prioriza periódicos Q1 em rankings como ScimagoJR e JCR, onde o impacto bibliométrico define alocações de recursos para programas. Sem essas publicações, teses aprovadas perdem relevância, confinadas ao BDTD sem eco internacional. Estratégias de conversão evitam isso, alinhando capítulos autônomos a escopos de revistas globais. Assim, a pós-defesa torna-se pivô para internacionalização da carreira. Perfis bem-sucedidos integram orientação ética com co-autores, evitando auto-plágio por meio de reescrita substancial. Isso não só cumpre normas ICMJE, mas fortalece argumentos com dados expandidos. Oportunidades como editais FAPESP ou internacionais surgem de h-index robusto. Ignorar essa transição custa anos de estagnação. Essa transformação de tese ABNT em artigos Q1 independentes — priorizando reescrita e submissão estratégica — é a base do Método V.O.E. (Velocidade, Orientação e Execução), que já ajudou centenas de doutorandos a publicarem em revistas internacionais e elevarem suas notas CAPES. Com essa visão estratégica, o foco agora vira para os elementos concretos envolvidos nessa chamada. Converter tese em artigos Q1 é extrair módulos independentes (capítulos), reestruturá-los no formato IMRaD de revistas internacionais, reescrever >70% do texto para originalidade e divulgar origem da tese, evitando acusações de duplicação. Esse processo inicia-se imediatamente pós-defesa, alinhando-se ao depósito obrigatório no Banco Digital de Teses e Dissertações (BDTD) do IBICT. Paralelamente, atualizações no Currículo Lattes registram submissões pendentes, sinalizando produtividade ativa à CAPES. O escopo abrange submissões a revistas indexadas em Scopus ou Web of Science, priorizando Q1 com fator de impacto superior a 3. Termos como IMRaD (Introduction, Methods, Results and Discussion) ditam a estrutura, contrastando com a flexibilidade ABNT NBR 14724. A Plataforma Sucupira monitora esses outputs, influenciando avaliações quadrienais. Qualis A1 equivale a Q1 em métricas nacionais, mas o internacional eleva o perfil global. Durante esse período, interações com orientadores garantem co-autoria ética, enquanto peer-reviewers avaliam originalidade via ferramentas como Turnitin. Desk rejects por overlap com a tese são evitados por notas de rodapé explicitando a derivação. Bolsas sanduíche ou CNPq demandam essa visibilidade, integrando-se ao ecossistema de fomento. Instituições como USP e Unicamp exemplificam sucesso, com programas de pós-graduação notados 6-7 impulsionados por publicações Q1 de ex-doutorandos. Essa chamada não é isolada, mas parte de um ciclo contínuo de produção acadêmica. Compreender esses envolvimentos pavimenta o caminho para quem se qualifica. Doutorando (autor principal), orientador/co-autores para co-autoria ética, editores e peer-reviewers de revistas Q1 definem o perfil ideal. O autor principal deve possuir tese aprovada com capítulos autônomos, demonstrando maturidade em pesquisa independente. Co-autores, tipicamente o orientador, contribuem com expertise para expandir dados, garantindo conformidade ICMJE. Editores filtram pela adequação ao escopo, enquanto reviewers escrutinam originalidade e impacto. Considere o perfil de Ana, doutoranda em Biologia Molecular cuja tese explorou mecanismos genéticos em câncer. Pós-defesa, ela mapeou três capítulos inéditos, reescreveu-os para Q1 em revistas como Nature Genetics, alcançando aceitação em 90 dias. Sua colaboração com o orientador evitou overlaps, elevando seu h-index de 2 para 8. Ana representava o candidato proativo, atualizando Lattes mensalmente. Em contraste, João, engenheiro civil, viu sua tese sobre estruturas sustentáveis estagnar por falta de reescrita. Capítulos sobre modelagem finita foram subestimados, resultando em desk rejects por similaridade com BDTD. Barreiras invisíveis como procrastinação e desconhecimento de ScimagoJR o impediram de avançar. João ilustra o despreparado, preso em ciclos de frustração sem orientação ética. Barreiras incluem falta de inglês fluente, ausência de ferramentas anti-plágio e isolamento de redes internacionais. Checklist de elegibilidade: Essa qualificação não é elitista, mas demandada pela competitividade CAPES. A ciência exige mapeamento preciso para identificar contribuições originais, evitando submissões fragmentadas que diluem impacto. Fundamentação teórica reside em normas COPE e ICMJE, que premiam independência de artigos derivados de teses. Importância acadêmica surge na avaliação CAPES, onde publicações Q1 contam como produção principal. Sem esse passo, overlaps geram rejeições éticas. Na execução prática, revise a tese capítulo por capítulo, destacando seções com resultados inéditos ou metodologias únicas, como um protocolo experimental proprietário. Priorize três temas distintos — por exemplo, revisão teórica, análise empírica e implicações aplicadas — para minimizar redundâncias. Use ferramentas como MindMeister para diagramas visuais de extração. Sempre documente contribuições autônomas em um log separado. Um erro comum é superestimar a autonomia de capítulos interdependentes, levando a artigos que repetem introduções da tese. Consequências incluem desk rejects por falta de novidade, prejudicando o Lattes. Esse equívoco surge da visão holística da tese, ignorando granularidade exigida por revistas Q1. Para se destacar, crie uma matriz de viabilidade: avalie originalidade (>70% reescrita), alinhamento com escopos Q1 e potencial de impacto (citações projetadas). Consulte o orientador para validar contribuições éticas. Essa técnica eleva a qualidade, diferenciando submissões medianas de excepcionais. Uma vez mapeados os módulos viáveis, o próximo desafio emerge: selecionar veículos de publicação alinhados. Selecionar revistas adequadas fundamenta-se na adequação temática, essencial para aceitação inicial em avaliações peer-review. Teoria baseia-se em métricas JCR e ScimagoJR, onde Q1 denota top 25% por disciplina. CAPES valoriza IF >3 para notas elevadas. Essa escolha estratégica multiplica chances de publicação em 4x. Para concretizar, acesse ScimagoJR e filtre por área (ex: Ciências da Saúde), priorizando revistas com escopo matching — como uma focada em metodologias inovadoras se o capítulo for técnico. Verifique guidelines para IMRaD e taxas de rejeição <50%. Liste prós e contras, como tempo de review (6-12 meses). Registre seleções em uma planilha comparativa. Para um guia passo a passo sobre como selecionar as melhores revistas alinhadas ao seu tema, confira nosso artigo Escolha da revista antes de escrever. Muitos erram ao escolher por prestígio isolado, ignorando fit temático, resultando em desk rejects imediatos. Isso desperdiça tempo de reescrita e frustra momentum pós-tese. O erro decorre de pressa, sem análise profunda de escopos. Dica avançada: Cruze dados de autores semelhantes via Google Scholar para validar alinhamentos passados. Incorpore métricas de altimetria como Eigenfactor. Se você precisa acelerar a submissão desse manuscrito, o curso Artigo 7D oferece um roteiro de 7 dias que inclui não apenas a escrita, mas também a escolha da revista ideal e a preparação da carta ao editor. Dica prática: Se você quer um roteiro acelerado para selecionar revistas Q1 e preparar submissões impecáveis, o Artigo 7D oferece guias passo a passo de 7 dias que você pode usar hoje mesmo para transformar sua tese em publicações. Com revistas selecionadas, a reescrita IMRaD ganha direção precisa. O formato IMRaD é exigido pela ciência internacional para clareza lógica, separando hipótese, evidências e interpretações. Fundamentação teórica vem de padrões Vancouver e APA, otimizando leitura peer-review. CAPES premia essa estrutura por reprodutibilidade. Sem ela, teses ABNT parecem desorganizadas globalmente. Na prática, para cada artigo, inicie a Intro com gap novo — não o da tese, mas uma lacuna atual da literatura —, limitando a 500 palavras. Saiba mais sobre como estruturar uma introdução impactante em nosso guia detalhado Introdução científica objetiva. Condense Métodos da tese em 20% do volume, focando protocolos chave, utilizando as melhores práticas descritas em nosso artigo sobre Escrita da seção de métodos; visualize Resultados com gráficos inéditos; para uma redação clara e organizada dos resultados, consulte nosso guia Escrita de resultados organizada. expanda Discussão comparando com papers recentes pós-tese. Seguindo os 8 passos práticos do nosso artigo Escrita da discussão científica, você garante clareza e impacto. Para enriquecer a discussão comparativa e identificar gaps na literatura recente de forma ágil, ferramentas especializadas como o SciSpace facilitam a análise de papers Q1, extraindo metodologias comparáveis e insights de resultados para fortalecer argumentos inéditos. Sempre itere outlines com feedback do co-autor. Erro frequente é copiar seções da tese verbatim, elevando similaridade para >30% e acionando alertas éticos. Consequências vão de revisões exaustivas a banimentos de revistas. Isso ocorre por apego emocional ao texto original, subestimando reescrita. Para diferenciar, use prompts de IA ética para gerar sinônimos, mas revise manualmente. Integre citações frescas de 2023-2024. Essa hack acelera produção sem comprometer integridade. Outlines robustos pavimentam a paraphrasing detalhada. Paraphrasing garante originalidade, pilar ético da publicação Q1 per COPE. Teoria enfatiza <10% similaridade para evitar auto-plágio, alinhado a normas ABNT atualizadas. Importância reside na confiança peer-review, elevando credibilidade CAPES. Falhas aqui invalidam anos de pesquisa. Execute com Grammarly Premium para sugestões sinônimas, reescrevendo frase por frase — troque ‘análise quantitativa’ por ‘exame numérico de variáveis’. Verifique via Turnitin contra a tese; adicione rodapé: ‘Baseado em partes da tese de doutorado [link BDTD]’. Mire 80% novo conteúdo, expandindo com dados suplementares. Registre mudanças em track changes para auditoria. Comum é paraphrasing superficial, alterando só palavras isoladas, mantendo estrutura idêntica. Isso detecta como plágio e atrasa submissões. Surge de fadiga pós-reescrita, sem verificação rigorosa. Avançado: Empregue matriz de sinônimos temáticos por disciplina. Integre perspectivas interdisciplinares. Diferencial: Alcança aceitação mais rápida por frescor argumentativo. Texto originalizado exige cover letter persuasiva. Cover letters convencem editores da novidade, base ética ICMJE para autoria. Teoria foca em narrativa concisa, <1 página, alinhada a escopo da revista. CAPES valoriza transparência em derivados de teses. Sem ela, submissões são ignoradas. Pratique redigindo: ‘Esta submissão apresenta análise inédita derivada de tese, com dados expandidos e perspectivas novas’; liste co-autores com contribuições específicas. Adapte ao journal, citando artigos recentes deles. Revise para tom confiante, sem exageros. Guarde versões para adaptações. Erro: Generalizar sem menção à tese, convidando acusações de ocultação. Resulta em rejeições éticas. Decorre de medo de parecer derivativo. Dica: Use templates de journals para estrutura. Enfatize impacto global. Eleva taxa de desk review positiva em 30%. Carta pronta demanda formatação internacional. Formatação assegura reprodutibilidade, conforme Vancouver/APA. Teoria baseia-se em guidelines de revistas Q1, facilitando avaliação. CAPES premia padronização em avaliações. Inconsistências causam rejeições técnicas. Ajuste ABNT para Vancouver: numere referências, use suplementares para dados brutos da tese. Inclua DOI, ORCID e declarações de conflito. Verifique via journal checker tools. Teste PDF final para acessibilidade. Comum: Manter ABNT integral, confundindo editores internacionais. Leva a correções custosas. Por rigidez nacional. Avançado: Automatize com EndNote para Zotero. Crie checklist personalizada. Diferencia por polimento profissional. Formatação concluída libera submissões. Submissão finaliza o ciclo, com preparação para reviews per CAPES. Teoria envolve templates de resposta a críticos comuns. Importância: Inicia timer de publicação, impactando Lattes. Atrasos perpetuam inatividade. Submeta via ScholarOne ou Editorial Manager, anexando todos arquivos. Prepare template: ‘Endereçando preocupação X, expandimos seção Y com dados Z’. Monitore status semanalmente. Comemore milestone ético. Erro: Submeter isoladamente sem backup, perdendo sincronia. Causa overlaps não gerenciados. De pânico final. Dica: Simule reviews com pares. Antecipe CAPES críticas. Garante respostas ágeis, acelerando aceitações. A análise do edital inicia-se com cruzamento de dados da Plataforma Sucupira e guidelines CAPES, identificando padrões de produção Q1 em avaliações quadrienais. Históricos de programas notados 6-7 revelam ênfase em derivados de teses internacionais. Padrões incluem reescrita >70% e co-autoria ética, validados por casos de sucesso em BDTD. Cruzamento integra ScimagoJR com JCR, mapeando Q1 por disciplina e IF. Dados de rejeições comuns — como auto-plágio — são extraídos de fóruns COPE. Essa triangulação assegura roadmap realista de 60 dias. Validação ocorre com orientadores experientes, simulando peer-review para refinar passos. Métricas como tempo médio de submissão a aceitação (180 dias) calibram prazos. Abrange campos variados, de exatas a humanas. Mas mesmo com essas diretrizes, sabemos que o maior desafio não é falta de conhecimento — é a consistência de execução diária até a submissão. É sentar, abrir o arquivo e escrever todos os dias sem procrastinar. Essa metodologia sustenta a conclusão transformadora. Inicie este roadmap logo após a aprovação para transformar sua tese em legado publicável. Adapte prazos ao seu campo e valide com orientador; sucesso em Q1 multiplica impacto CAPES em 5x. A jornada de 60 dias não apenas evita armadilhas como auto-plágio, mas eleva o h-index, abrindo portas para fomento contínuo. Revele o potencial de sua tese ABNT, alinhando-a ao rigor global — o divisor de águas prometido na introdução reside na ação imediata e estratégica. Áreas exatas demandam precisão matemática, mas o roadmap adapta IMRaD com equações suplementares. Reescrita foca em algoritmos inéditos, verificados via Turnitin. Orientadores em engenharia recomendam expansão de simulações. Sucesso em Q1 como IEEE Transactions segue os mesmos 60 dias, ajustados por complexidade computacional. Validação com co-autores assegura reprodutibilidade, essencial para CAPES. Ferramentas como Overleaf facilitam formatação LaTeX. Impacto multiplica bolsas CNPq em modelagem avançada. Discuta contribuições específicas per ICMJE, destacando expansões pós-tese. Muitos orientadores valorizam Q1 para o programa CAPES. Proponha autoria secundária com créditos claros. Essa ética eleva parcerias futuras. Se recusa, prossiga como autor único, citando orientação na acknowledgments. Atualize Lattes com submissões pendentes. Evita conflitos, mantendo integridade. Reescreva seções flagged com sinônimos e reestruturação de parágrafos. Adicione perspectivas novas de literatura recente. Consulte SciSpace para comparações frescas. Mire <5% para segurança Q1. Documente processo em log para reviewers. Essa diligência previne desk rejects éticos. Fortalece argumento de originalidade derivada. Acelere se outlines e paraphrasing estiverem sólidos, mas evite pressa em cover letters. Valide com beta-reviewer. Prazos flexíveis por campo — humanas podem estender discussões. Priorize qualidade sobre velocidade; CAPES valoriza aceitações, não submissões apressadas. Monitore guidelines de journals para deadlines especiais. Dissertações de mestrado seguem princípios semelhantes, mas priorize Q2-Q1 iniciais para construir portfólio. Reescrita ABNT para IMRaD aplica-se, com foco em resultados parciais. CAPES conta para programas iniciais. Adapte a 30-45 dias, consultando orientador. Multiplica chances de doutorado direto ou bolsas. Elaborado pela Equipe da Dra. Nathalia Cavichiolli. , Por Que Esta Oportunidade é um Divisor de Águas

O Que Envolve Esta Chamada

Quem Realmente Tem Chances

Plano de Ação Passo a Passo

Passo 1: Dias 1-7: Mapeie Capítulos da Tese com Contribuições Autônomas
Passo 2: Dias 8-14: Pesquise e Selecione 3 Revistas Q1 Alinhadas
Passo 3: Dias 15-30: Reescreva Outline IMRaD para Cada Artigo
Passo 4: Dias 31-40: Paraphrase Todo o Texto com Originalidade
Passo 5: Dias 41-45: Redija Cover Letter Destacando Ineditismo
Passo 6: Dias 46-55: Formate para Padrões Internacionais
Passo 7: Dias 56-60: Submeta os 3 Artigos Simultaneamente
Nossa Metodologia de Análise
Conclusão

¿E se minha tese for de área exatas, onde IMRaD é menos flexível?
Como lidar com co-autoria se o orientador hesitar?
O que fazer se Turnitin mostrar >10% similaridade?
Posso submeter antes dos 60 dias se pronto?
Isso vale para mestrado também?
Referências Consultadas
, blocos internos


