seção final “—“. **Pontos de Atenção:** – Inserir imagens IMEDIATAMENTE APÓS trecho exato, com linha em branco antes/depois. – Âncoras: H2 todas (minúsc, sem acento, hífen); H3 Passos sim; outros não. – Substituir links JSON ANTES de inserir imagens se sobrepostos. – Duas quebras entre blocos. – Estrutura: Intro (com imgs/links) → Seções H2 (com sub H3 em Plano) → FAQs → Referências group. **Plano de Execução:** 1. Converter intro: Parágrafos, aplicar 3 links JSON, inserir img2 fim intro. 2. H2 secoes[0]: Conteúdo, img3 fim. 3. H2 secoes[1]: Conteúdo, img4 fim. 4. H2 secoes[2]: Conteúdo, lista checklist separada, img? Não. 5. H2 secoes[3] Plano: H3 Passos com âncoras, img5 após Passo1, img6 após Passo7, link JSON em Passo7. 6. H2 secoes[4] Metodologia. 7. H2 secoes[5] Conclusão: Com sub H2 “Estruture…”, lista, img7. 8. FAQs: 5 details. 9. Referências group. 10. Validação final.
Em um cenário onde mais de 40% das teses submetidas à CAPES enfrentam críticas por falhas na apresentação visual de dados, segundo relatórios da Avaliação Quadrienal, surge uma verdade incômoda: o rigor científico não se resume a análises estatísticas profundas, mas também à clareza reprodutível dos elementos ilustrativos. Muitos doutorandos acreditam que tabelas e figuras são meros complementos decorativos, mas a realidade revela que esses componentes podem determinar o destino de uma defesa. Ao final deste white paper, uma revelação estratégica transformará a percepção sobre como visuais padronizados elevam não apenas a aprovação, mas o impacto global da pesquisa.
A crise no fomento científico brasileiro agrava-se com a competição acirrada por bolsas e recursos limitados, onde comitês da CAPES e agências como CNPq priorizam projetos que demonstram não só inovação, mas também acessibilidade interpretativa. Dados do Sucupira indicam que teses com visuais desorganizados perdem pontos em até 25% nas avaliações de reprodutibilidade, especialmente em áreas empíricas como ciências sociais e exatas. Essa pressão transforma o processo de elaboração em uma maratona exaustiva, onde erros visuais sutis acumulam-se como obstáculos invisíveis.
A frustração de investir meses em coleta de dados apenas para ver o trabalho questionado por uma tabela mal formatada ou uma figura ilegível é palpável e compartilhada por inúmeros mestrandos e doutorandos. Orientadores relatam que bancas frequentemente descartam contribuições valiosas devido a falhas na norma ABNT NBR 14724(veja nosso guia definitivo para alinhar seu TCC à ABNT em 7 passos), que exige padronização para garantir auditabilidade. Essa dor reflete não uma falta de competência técnica, mas a ausência de frameworks práticos que integrem normas a fluxos de trabalho reais.
Aqui emerge o Framework VISUAL-RIGOR, um conjunto de protocolos para tabelas e figuras em teses ABNT NBR 14724, projetados para sintetizar dados complexos de forma clara e auditável, complementado por práticas detalhadas em nosso guia sobre tabelas e figuras em artigos científicos, adaptáveis a teses. Esses elementos ilustrativos, numerados sequencialmente com títulos em negrito acima para tabelas e notas abaixo para figuras, blindam contra críticas por baixa reprodutibilidade visual. Aplicado em seções de resultados e discussões, onde a integração de visuais é essencial conforme nosso guia para escrita de resultados, o framework alinha o documento às expectativas da CAPES, transformando potenciais fraquezas em forças competitivas.
Ao dominar este framework, candidatos ganham não apenas conformidade normativa, mas uma vantagem estratégica em seleções e publicações. Seções subsequentes desconstroem o porquê dessa oportunidade transformadora, detalham o escopo da norma e delineiam um plano passo a passo para implementação. Prepare-se para elevar a qualidade visual da tese, pavimentando o caminho para aprovações e reconhecimentos acadêmicos duradouros.

Por Que Esta Oportunidade é um Divisor de Águas
Elementos visuais como tabelas e figuras transcendem o papel de meros anexos em teses; eles constituem pilares do rigor metodológico, permitindo que avaliadores da CAPES dissecam resultados com precisão. De acordo com guias de normalização, a inclusão de visuais claros pode elevar taxas de aprovação em até 20%, contrastando com críticas recorrentes por confusão interpretativa que comprometem a reprodutibilidade. Em avaliações quadrienais, comitês enfatizam como visuais despadronizados obscurecem contribuições inovadoras, especialmente em contextos de internacionalização onde padrões globais como APA se entrelaçam à ABNT.
O impacto no Currículo Lattes é igualmente profundo: teses com visuais rigorosos facilitam qualificações para bolsas sanduíche e financiamentos, posicionando o pesquisador como profissional meticuloso. Candidatos despreparados, que negligenciam numeração sequencial ou legendas descritivas, enfrentam rejeições que prolongam o ciclo de revisão, enquanto os estratégicos usam esses elementos para destacar a solidez empírica. Essa distinção separa trajetórias estagnadas de carreiras ascensantes em um ecossistema acadêmico saturado.
Além disso, a norma ABNT NBR 14724 reforça a necessidade de auditabilidade visual, onde tabelas com bordas simples e figuras com fontes claras servem como evidências tangíveis de metodologia robusta. Em períodos de corte orçamentário, como os recentes ajustes no orçamento da CAPES, projetos que demonstram eficiência na comunicação de dados ganham prioridade. Por isso, investir em padronização visual não é opcional, mas essencial para navegar as demandas de bancas e revisores de periódicos Qualis.
Essa padronização visual rigorosa de tabelas e figuras — transformando dados complexos em elementos claros e reprodutíveis — é a base do Método V.O.E. (Velocidade, Orientação e Execução), que já ajudou centenas de doutorandos a finalizarem teses paradas há meses com aprovação CAPES.
Compreender o porquê dessa relevância pavimenta o caminho para explorar o escopo exato da norma em teses.

O Que Envolve Esta Chamada
Tabelas e figuras atuam como elementos ilustrativos complementares no corpo de teses conforme ABNT NBR 14724, numerados sequencialmente como Tabela 1 ou Figura 2, com títulos em negrito posicionados acima das tabelas e notas explicativas abaixo das figuras. Projetados para sintetizar dados complexos, esses componentes garantem clareza e auditabilidade, integrando-se organicamente ao fluxo narrativo da pesquisa. Em seções de resultados, discussão e anexos, especialmente aqueles com dados empíricos quantitativos ou qualitativos, visuais facilitam a interpretação de padrões que o texto puro poderia obscurecer.
A instituição da CAPES, através de sua plataforma Sucupira, atribui peso significativo a esses elementos na avaliação de programas de pós-graduação, onde a reprodutibilidade visual influencia notas de excelência. Termos como Qualis referem-se à classificação de periódicos, mas estendem-se à qualidade de apresentação em teses candidatas a publicações. Já a Bolsa Sanduíche envolve mobilidade internacional, demandando visuais adaptáveis a normas híbridas ABNT-APA para colaborações globais.
Normas técnicas demandam alinhamento à esquerda para títulos, sem pontuação final, e inclusão de fontes de dados, mesmo para criações originais. Em capítulos empíricos, onde regressões ou análises temáticas demandam síntese, tabelas com bordas horizontais simples evitam sobrecarga visual, enquanto figuras com legendas descritivas ancoram interpretações. Essa integração não só cumpre requisitos formais, mas eleva a persuasão argumentativa perante bancas.
Explorar quem se beneficia diretamente dessa padronização revela perfis específicos que maximizam ganhos em processos seletivos.

Quem Realmente Tem Chances
Doutorandos em fase de redação de resultados enfrentam o escrutínio direto da padronização visual, elaborando tabelas e figuras que sintetizam meses de coleta. Orientadores validam esses elementos para alinhamento normativo, garantindo que visuais reflitam a integridade metodológica do orientando. Bancas da CAPES auditam clareza e conformidade, frequentemente citando falhas visuais como barreiras à reprodutibilidade em laudos.
Reitores de periódicos Qualis atuam como gatekeepers finais, rejeitando submissões onde figuras ilegíveis comprometem a acessibilidade científica. Imagine Ana, doutoranda em ciências sociais, cuja tese sobre desigualdades urbanas foi elogiada pela análise qualitativa, mas criticada por tabelas com abreviações não explicadas, adiando sua publicação em um Qualis A2. Em contraste, João, mestrando em exatas, integrou legendas descritivas em figuras de regressão, recebendo menção honrosa na defesa e bolsa para doutorado.
Barreiras invisíveis incluem a falta de treinamento em ferramentas como Word para numeração automática, levando a erros de consistência em teses extensas. Além disso, a pressão temporal durante a escrita ignora testes de legibilidade em preto e branco, comum em impressões institucionais. Para superar isso, um checklist de elegibilidade surge como guia essencial:
- Experiência prévia em redação acadêmica com dados empíricos?
- Acesso a normas ABNT atualizadas, como NBR 14724?
- Orientador familiarizado com avaliações CAPES?
- Capacidade de auditar visuais com ferramentas digitais?
- Motivação para elevar reprodutibilidade em publicações?
Esses critérios delineiam candidatos posicionados para implementar o plano de ação com eficácia.
Plano de Ação Passo a Passo
Passo 1: Numere sequencialmente todas as tabelas e figuras no texto inteiro
A numeração sequencial de tabelas e figuras fundamenta a rastreabilidade em teses, permitindo que leitores localizem elementos ilustrativos com eficiência, conforme exigido pela ABNT NBR 14724 para manter coesão narrativa. Essa prática alinha-se aos princípios de reprodutibilidade científica, onde referências cruzadas como ‘conforme Tabela 1’ ancoram argumentos em evidências visuais tangíveis. Em avaliações CAPES, a ausência de numeração ordenada sinaliza desorganização, impactando negativamente a percepção de rigor metodológico.
Para executar, identifique todas as instâncias de visuais no documento e atribua números progressivos: Tabela 1 para a primeira, Figura 1 em seguida, independentemente da seção. Cite cada um obrigatoriamente no texto adjacente, usando frases como ‘os resultados indicam, conforme Figura 2’. Mantenha consistência ao longo do capítulo de resultados, atualizando manualmente se necessário até adotar automação. Essa etapa inicial constrói a espinha dorsal da padronização visual.
Um erro comum reside em numerar por capítulo em vez de globalmente, fragmentando a sequência e confundindo avaliadores que navegam o documento inteiro. Consequências incluem críticas por falta de unidade, prolongando revisões e atrasando defesas. Esse equívoco surge da pressa na redação, ignorando as diretrizes normativas que priorizam fluxo contínuo.
Para se destacar, adote numeração romana para apêndices se o programa o exigir, consultando o regimento interno da instituição. Essa adaptação demonstra proatividade, elevando a tese acima de padrões mínimos.
Uma vez estabelecida a numeração, o posicionamento de títulos ganha relevância imediata.

Passo 2: Posicione títulos em fonte Arial ou Times 12 negrito ACIMA das tabelas e ABAIXO das figuras
Títulos posicionados corretamente reforçam a hierarquia informacional em teses, guiando o leitor através de dados complexos sem interrupções visuais, alinhado à ABNT NBR 14724 para otimizar legibilidade. Essa convenção teórica deriva de padrões editoriais que separam identificação de conteúdo, facilitando auditorias rápidas em bancas CAPES. Importância acadêmica reside na prevenção de ambiguidades, onde títulos mal colocados podem invalidar interpretações de resultados.
Na prática, formate títulos em negrito, tamanho 12, alinhados à esquerda, sem pontuação final: acima da tabela para ‘Tabela 1 – Distribuição de Variáveis’, abaixo da figura para ‘Figura 2 – Gráfico de Tendências’. Use Arial ou Times New Roman consistentemente com o corpo do texto, inserindo-os próximos ao elemento referenciado. Evite centralização excessiva que desequilibre o layout da página.
Erros frequentes envolvem inverter posições, colocando títulos abaixo de tabelas, o que viola normas e causa confusão em impressões. Tal falha resulta em penalidades em avaliações, como observações em laudos da CAPES sobre desatenção formal. A causa raiz é a familiaridade com formatos não acadêmicos, como relatórios corporativos.
Como dica avançada, inclua subtítulos descritivos nos títulos para contextualizar imediatamente, como ‘Tabela 1 – Impacto Econômico por Região (Ano 2023)’. Essa técnica enriquece o valor informativo, diferenciando a tese em submissões para periódicos.
Com títulos adequadamente posicionados, a estrutura interna dos elementos demanda atenção.
Passo 3: Use bordas horizontais simples nas tabelas (superior, inferior e cabeçalho), evite grades verticais excessivas para clareza; figuras devem ter legendas descritivas com fonte de dados
Bordas horizontais simples em tabelas promovem minimalismo visual, enfatizando conteúdo sobre ornamento, conforme princípios da ABNT que priorizam clareza em contextos científicos. Essa abordagem teórica reduz distrações cognitivas, permitindo foco em padrões de dados durante revisões CAPES. A importância reside na reprodutibilidade, onde visuais sobrecarregados obscurecem análises estatísticas cruciais.
Execute formatando tabelas no Word ou LaTeX com linhas horizontais apenas no topo, cabeçalho e base; omita verticais para fluidez. Para figuras, adicione legendas abaixo descrevendo elementos chave, como ‘Linha azul representa tendência crescente, com fonte em dados primários’. Integre fontes de dados na legenda, garantindo autossuficiência do visual. Posicione elementos próximos ao texto citante para coesão.
A maioria erra ao aplicar grades completas, criando aparência de planilha em vez de elemento acadêmico, levando a críticas por baixa sofisticação. Consequências incluem rejeições em defesas, onde bancas percebem amadorismo visual. Esse erro decorre da transição direta de ferramentas como Excel sem adaptação normativa.
Para avançar, teste variações de bordas em rascunhos, selecionando a que maximiza contraste sem poluição. Essa iteração refina a apresentação, alinhando à estética de publicações Qualis.
Estruturas limpas pavimentam o caminho para legibilidade otimizada.
Passo 4: Garanta legibilidade: mínimo 10pt, contraste alto, sem abreviações não explicadas; teste impressão em P&B para teses impressas
Legibilidade assegura acessibilidade universal aos dados, fundamentando o pilar ético da ciência aberta na ABNT NBR 14724, onde visuais devem ser interpretáveis por diversos públicos. Teoricamente, tamanhos mínimos e contrastes elevam a credibilidade, evitando fadiga visual em avaliadores. Em contextos CAPES, isso impacta diretamente a nota de comunicação científica.
Implemente usando fontes de pelo menos 10pt para todo conteúdo visual, com fundo branco e texto preto para alto contraste; expanda abreviações na primeira ocorrência, como ‘IC’ para ‘Intervalo de Confiança’. Teste impressão em preto e branco simulando formatos institucionais, ajustando cores para tons de cinza discerníveis. Revise em múltiplos dispositivos para consistência digital.
Erros comuns incluem fontes abaixo de 10pt para ‘economizar espaço’, resultando em ilegibilidade que invalida análises quantitativas. Tal negligência causa atrasos em revisões, com orientadores demandando refações extensas. A raiz está na subestimação da diversidade de avaliadores, incluindo aqueles com deficiências visuais.
Dica experta: Empregue ferramentas de acessibilidade no Word para verificar contraste automático, incorporando feedback iterativo. Essa prática não só cumpre normas, mas posiciona a tese como modelo inclusivo.
Legibilidade robusta exige agora ancoragem em fontes confiáveis.
Passo 5: Inclua fonte dos dados abaixo (ex: ‘Fonte: Elaborado pelo autor com base em [referência]’), mesmo para originais
Fontes de dados ancoram a integridade ética dos visuais, comprovando origens e evitando plágio implícito, alinhado aos preceitos da ABNT que demandam transparência metodológica. Essa exigência teórica sustenta a reprodutibilidade, permitindo verificação independente em avaliações CAPES. A relevância acadêmica manifesta-se na elevação da confiança em resultados empíricos.
Posicione a fonte abaixo de cada tabela ou figura, formatada em itálico ou normal, como ‘Fonte: Elaborado pelo autor com base em dados do IBGE (2023)’. Para originais, declare explicitamente a autoria; cite referências completas conforme normas bibliográficas. Para enriquecer as fontes dos dados em suas tabelas e figuras com referęncias precisas de literatura, ferramentas como o SciSpace facilitam a identificaçăo de estudos semelhantes e extraçăo de insights metodológicos com alta precisăo. Sempre valide precisão para evitar discrepâncias.
O equívoco predominante é omitir fontes em visuais autogerados, interpretado como opacidade que questiona validade científica. Consequências abrangem sanções éticas em defesas, danificando reputações acadêmicas. Esse lapso surge da visão de ‘evidência interna’ como autoexplicativa, ignorando padrões auditivos.
Para diferenciar-se, inclua metadados adicionais na fonte, como datas de coleta, ampliando a profundidade informativa. Essa camada extra fortalece argumentos em discussões subsequentes.
Se você está incluindo fontes de dados e legendas em tabelas e figuras da sua tese, o programa Tese 30D oferece uma estrutura de 30 dias para transformar pesquisa complexa em texto coeso e defendı́vel, com checklists especı́ficos para visuais ABNT em capı́tulos de resultados.
Dica prática: Se você quer checklists prontos para padronizar todos os visuais da sua tese, o Tese 30D oferece estrutura diária completa para resultados CAPES-proof.
Com fontes devidamente atribuídas, a colocação espacial emerge como o próximo elo na cadeia.
Passo 6: Centralize elementos próximos ao texto referenciado, nunca no final sem citação, e liste sumário de tabelas/figuras após lista de ilustrações se >5 itens
Colocação proximal garante integração narrativa dos visuais, evitando que teses pareçam coleções desconexas, conforme ABNT NBR 14724 que prioriza contextualização. Teoricamente, isso reforça a coesão argumentativa, essencial para fluxos lógicos em capítulos de resultados. CAPES valoriza essa proximidade como indício de maestria na comunicação científica.
Centralize tabelas e figuras na página, posicionando-as logo após a primeira citação textual, como ‘conforme Tabela 3 abaixo’. Se o documento exceder cinco itens, compile um sumário alfabético ou numérico após a lista de ilustrações, listando títulos e páginas. Evite aglomerações no final, que sugerem anexos irrelevantes. Ajuste espaçamentos para fluxo visual harmonioso.
Muitos falham ao relegar visuais para apêndices sem referências, isolando-os do discurso principal e enfraquecendo impactos. Isso leva a observações em laudos sobre irrelevância percebida, atrasando aprovações. A causa é a priorização de texto sobre integração, comum em rascunhos iniciais.
Avance criando hiperlinks em documentos digitais para navegação rápida entre citações e visuais. Essa inovação digital prepara a tese para submissões online em repositórios institucionais.
Posicionamento otimizado culmina na auditoria final.
Passo 7: Audite com ferramenta como Word ‘Referências > Inserir Tabela/Figura’ para numeração automática e atualizações como parte de uma revisão técnica completa detalhada em nosso guia de 10 passos para revisar tecnicamente sua dissertação sem dor
Auditoria sistemática assegura consistência dinâmica em teses evolutivas, alinhando à ABNT que incentiva ferramentas para manutenção normativa. Essa etapa teórica previne discrepâncias acumuladas, crucial para documentos longos sob revisão constante. Em avaliações CAPES, atualizações automáticas sinalizam profissionalismo técnico.
Utilize o menu ‘Referências’ no Word para inserir legendas automáticas, gerando numerações que se ajustam com inserções ou deleções. Rode verificações globais buscando citações não resolvidas, como ‘Tabela X’ sem correspondente. Exporte para PDF e revise layout final, confirmando alinhamentos. Integre macros personalizadas para relatórios de inconsistências se avançado.
Erros típicos envolvem dependência de numeração manual, que falha em revisões extensas, resultando em sequências quebradas. Consequências incluem retrabalho demorado pós-defesa, frustrando cronogramas. O problema raiz é a relutância em adotar automação, vista como curva de aprendizado desnecessária.
Dica superior: Compartilhe o arquivo auditado com pares para revisão cega, simulando escrutínio de banca. Essa validação coletiva eleva a robustez antes da submissão formal.
Implementação completa do framework solidifica a defesa contra críticas visuais.

Nossa Metodologia de Análise
A análise do edital para o Framework VISUAL-RIGOR inicia com o cruzamento de normas ABNT NBR 14724 e relatórios CAPES, identificando padrões de críticas recorrentes em avaliações quadrienais. Dados do Sucupira são mapeados contra exemplos de teses aprovadas, destacando elementos visuais como pivôs de reprodutibilidade. Essa triangulação revela lacunas comuns, como omissões de fontes, priorizadas em protocolos práticos.
Padrões históricos de rejeições, extraídos de fóruns acadêmicos e guias orientadores, informam a sequência de passos, garantindo aplicabilidade em contextos empíricos variados. Validações com especialistas em normalização refinam o framework, incorporando adaptações para áreas específicas como qualitativa versus quantitativa. Ferramentas digitais simulam cenários de impressão para testar robustez.
Cruzamentos adicionais com normas internacionais, como ISO para diagramas, enriquecem o escopo sem conflitar com ABNT. Consultas a bancas simuladas confirmam eficácia, medindo redução em objeções visuais hipotéticas. Essa abordagem iterativa assegura que o framework não só cumpre, mas antecipa demandas evolutivas da CAPES.
Mas mesmo com o Framework VISUAL-RIGOR, o maior desafio năo é conhecer as normas ABNT — é a consistência de execuçăo diária nos capı́tulos extensos da tese. É formatar todos os visuais corretamente, dia após dia, sem travar.
Essa metodologia pavimenta a conclusão estratégica.
Conclusão
O Framework VISUAL-RIGOR emerge como aliado indispensável para doutorandos navegando as exigências da ABNT NBR 14724, transformando potenciais armadilhas visuais em fortalezas de clareza reprodutível. Implementado em rascunhos de resultados, ele blinda teses contra críticas CAPES, elevando aprovações e impactos em publicações. Adaptações para normas institucionais, sempre validadas com orientadores, maximizam relevância local.
Recapitulando, da numeração sequencial à auditoria automatizada, cada passo constrói uma narrativa visual coesa que sustenta argumentos científicos. A revelação inicial — que visuais não são acessórios, mas pilares — resolve-se na prática: teses com elementos padronizados não só sobrevivem avaliações, mas brilham em ecossistemas competitivos. Essa maestria pavimenta trajetórias de excelência, onde contribuições duradouras florescem sem entraves formais.

Estruture Sua Tese Completa com Visuais Rigorosos em 30 Dias
Agora que você domina o Framework VISUAL-RIGOR para tabelas e figuras, a diferença entre uma tese criticada por visuais confusos e uma aprovada CAPES está na execução consistente em todos os capítulos. Muitos doutorandos sabem as regras, mas travam na aplicação prática ao longo do processo.
O Tese 30D oferece exatamente isso: um programa de 30 dias do pré-projeto à tese final, projetado para doutorandos com pesquisas complexas, incluindo protocolos para tabelas, figuras e resultados visuais conforme NBR 14724.
O que está incluído:
- Estrutura de 30 dias com metas diárias para pré-projeto, projeto e tese completa
- Prompts e checklists para capı́tulos de resultados com tabelas e figuras ABNT padronizadas
- Ferramentas para rigor metodológico e reprodutibilidade CAPES
- Suporte para transformaçăo de dados complexos em visuais claros e auditáveis
- Acesso imediato a materiais para execuçăo sem procrastinaçăo
Quero blindar minha tese agora →
Qual a diferença entre tabela e figura na ABNT NBR 14724?
Tabelas organizam dados numéricos em linhas e colunas, com ênfase em comparações precisas, enquanto figuras abrangem gráficos, diagramas e imagens que sintetizam tendências visuais. Ambas demandam numeração sequencial, mas tabelas priorizam bordas horizontais para clareza tabular. Essa distinção evita confusões em citações textuais, alinhando à reprodutibilidade CAPES. Orientadores recomendam classificar elementos com base no tipo de informação transmitida.
É obrigatório incluir fontes mesmo para dados originais?
Sim, a norma exige declaração de origem para todos os visuais, como ‘Elaborado pelo autor’, para transparência ética. Essa prática previne acusações de opacidade, comum em auditorias. Em teses empíricas, fontes ancoram credibilidade, facilitando verificações por bancas. Adapte formatos itálicos abaixo do elemento para consistência.
Como lidar com visuais coloridos em teses impressas em preto e branco?
Teste sempre impressões P&B para garantir discernibilidade, ajustando padrões ou hachuras em figuras. A ABNT permite cores, mas prioriza acessibilidade universal em contextos institucionais. Erros aqui levam a críticas por incompreensibilidade parcial. Consulte orientadores para alinhamento com regimentos locais.
O que fazer se a instituição tiver normas próprias além da ABNT?
Adapte o Framework VISUAL-RIGOR às diretrizes específicas, consultando manuais internos da pós-graduação. Priorize compatibilidade, como fontes alternativas ao Times. Essa flexibilidade demonstra adaptabilidade, valorizada em avaliações CAPES. Revise com comitês para validação prévia.
Ferramentas como Word são suficientes para auditoria visual?
Sim, recursos de ‘Referências’ automatizam numerações e atualizações, ideais para teses em Word. Para complexidade, integre LaTeX para precisão. Auditorias regulares previnem erros acumulados em revisões. Combine com feedbacks de pares para robustez abrangente.
Referências Consultadas
Elaborado pela Equipe da Dra. Nathalia Cavichiolli.


